A cerimônia solene teve presença de milhares de peregrinos da América Latina, incluindo uma grande delegação da Colômbia, encabeçada pelo presidente Juan Manuel Santos, que honra a primeira santa da história de seu país, uma freira que trabalhava como professora e guia espiritual para os povos indígenas no século 20.
Já "mãe Lupita" será a segunda santa do México. Ela se dedicou a cuidar dos doentes e ajudou os católicos evitar perseguições durante a repressão do governo à fé em 1920. Francisco orou para que a nova santa possa ajudar o país a "erradicar toda a violência e insegurança", uma aparente referência aos anos de derramamento de sangue e outros crimes em grande parte ligada a poderosos clãs do tráfico de drogas.
"Os incluímos no livro dos santos e estabelecemos que em toda a Igreja sejam devotamente honrados entre os santos", acrescentou o papa.
A aprovação para a canonização dos 'Mártires de Otranto' foi dada pelo Papa Beno XVI, que renunciou ao cargo em fevereiro deste ano, e interpretada pelo Vaticano como válida por seu contexto histórico. Um dos mártires era um modesto sapateiro italiano, Antonio Primado, decapitado em Otranto (sul da Itália).
0 comentários:
Postar um comentário